quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Aos Ufólogos, Meus Sentimentos!

Para o seleto grupo de leitores do meu blog, começarei o ano com uma notícia bombástica. Um furo de reportagem. Até hoje ninguém teve coragem de afirmar o que eu vou dizer. Nem mesmo os cientistas da NASA confirmarão minha afirmação. Eles sabem que estou certo, mas jamais dirão, porque temem perder os incentivos para suas pesquisas.
Eu afirmo o seguinte: "Não existe vida alcançável além do planeta Terra". E completando: "Jamais um ser extraterreno chegará até nós".
Não é preciso ser uma sumidade da inteligência, para se chegar a esta conclusão. É tudo uma questão de tempo e distância. Dentro do nosso minúsculo sistema solar, já é comprovado: Não existe vida. Fora dele, jamais saberemos, pois tudo é muito distante. Não são horas nem dias, mas sim anos-luz que separam as distâncias. Para se ter uma idéia, se fossemos atravessar a Via Láctea, galáxia na qual estamos inseridos, levaríamos 100 milhões de anos ( se conseguíssemos viajar a velocidade da luz). E, no entanto, no Universo existem trilhões de conglomerados astrais semelhantes à nossa Via Láctea. Se existirem seres extraterrestres, estes teriam a mesma dificuldade de locomoção para chegarem até nós.
Sinto dizer aos adoradores de Discos Voadores, que infelizmente jamais terão um contato imediato do 3º grau. . Lamento dizer aos cinéfilos, adoradores da ficção de Hollywood, que foram ludibriados na sua inocência febril.
Ora! Que diabos! Afinal precisamos um pouco de fantasia nas nossas vidas. Mas que essa fantasia fique restrita a uma tela de cinema e não extrapole os limites do impossível.
A verdade é esta: Estamos sós no Universo, até onde alcança o limite da nossa capacidade. Não há o quê procurar. Não há como alcançar. Não há pelo quê esperar. Estamos sós e basta!
Aos Ufólogos de plantão, viúvas dos seres extraterrenos, deixo os meus mais sinceros votos de sentimentos.


Poema do Dia:

Cosmos

Porque chorar em terra deserta?
Se o Sol só ilumina quem rei é.
Desperta, desperta
É preciso ficar em pé.

O cosmos me espera.
E é prá lá que eu vou,
Pois pouca vida ainda prospera
No resto de alma que ficou.

Bebo, com sede, o momento de agora
Até quando me permitir a negra morte,
Pois não sei o que meu corpo implora
Se o azar da vida, ou da mortalha, a sorte.

Quero, enfim, que o céu
Me mostre seus limites infinitos,
Que é para eu me envenenar com fel,
Um pouco mais, antes dos acordes benditos.

Richard 2011

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