Meus antepassados italianos protagonizaram um caso sem precedentes e que escandalizou a comunidade imigrante no início do século XX, na linha Tapera, interior de Gramado (RS). Trata-se da primeira troca de casais que se tinha notícias, entre os Trentin e os Dal-Ri, e que até hoje é motivo de escândalo e discórdia.
Os personagens dessa história foram os casais Nicodemo Trentin/Carolina Tessaro e Giuseppe Dal-Ri/Maria Baretta.
A relação entre eles iniciou quando Nicodemo convidou Giuseppe para ser seu sócio na construção e operação de um moinho. Os casais, então, tornaram-se íntimos e passaram a dividir a mesma casa.
Em abril de 1907, ocorreu um fato decisivo que mudaria completamente suas vidas. Hermínia, sete anos, filha de Maria e Giuseppe precisava de socorro urgente. Grávida, em vias de dar à luz, Maria pede para Carolina acompanhar seu marido Giuseppe até Taquara, em busca de socorro médico. Hermínia acaba morrendo e é enterrada em Taquara. Nessa viajem do casal aflora um sentimento mais forte que amizade. Após o retorno, Carolina viaja para Caxias com a desculpa de visitar parentes. Giuseppe viaja para Farroupilha a pretexto de pegar duas mulas de carga. A verdade é que Carolina e Giuseppe combinam um encontro em Caxias e juntos fogem para Sobradinho onde planejam viver sua grande paixão.
Após seis meses da fuga de Carolina e Giuseppe, Nicodemo e Maria passam a viver como marido e mulher. Nicodemo assume os filhos de Giuseppe com Maria, além de ficar com sua única filha com carolina.
É claro que a sociedade cobrou seu preço por tamanho descalabro para a época. Nicodemo e Maria foram impedidos de comungar e frequentar a igreja. Já Giuseppe foi enterrado como indigente, no lado de fora do cemitério.
Este episódio histórico ficou conhecido como " O Quatrilho".
Poema do Dia:
Indecisão
Nossos olhares se cruzaram
Eu gostei de ti
Tu gostaste de mim
Teu olhar de tigresa me encantou.
Quis te falar,
Sentir o tom da tua voz,
Mas essa indecisão
Que é minha algoz
Faz-me engolir as palavras
No momento oportuno.
Deixa-me amordaçado e sem ação.
Quando, finalmente, crio coragem
E me livro dessa amarra
Já é tarde...,
Perco-te na multidão.
Richard 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
A Teoria e a Prática
O papel aceita tudo. Tudo o que eu quiser ser, fazer ou sonhar, eu posso realizar na minha cabeça ou colocar em uma folha de papel. Mas colocar em prática nossos sonhos pode-se tornar uma tarefa muito difícil, quiçá impossível.
A verdade é que muitos fatores externos têm ação sobre os acontecimentos ao nosso redor. E, muitas vezes, estes agem de forma contrária ao nosso imaginário transformando o resultado final diferente daquele que havia sido pensado ou escrito
Um exemplo muito interessante que ilustra esse fato, aconteceu no caso do italiano Primo Levi.
Primo Levi, químico, escritor e filósofo. Um judeu italiano que escapou duas vezes da morte nos onze meses que passou no campo de concentração nazista de Auschwitz. Na primeira vez, por ser químico, foi selecionado para trabalhar no laboratório de pesquisas sobre borracha no campo. O que lhe valeu certas "regalias" perante às torturas sofridas pelos demais prisioneiros. Quando as forças aliadas estavam prestes a invadir Auschwitz, os nazistas se retiraram do Campo levando consigo os prisioneiros que estavam com boa saúde. Foi a chamada "Caminhada da Morte", onde as tropas alemãs juntamente com os prisioneiros foram praticamente dizimadas pelas forças aliadas. Mais uma vez Primo Levi foi salvo pela sorte. Acometido de Escarlatina ficou na enfermaria do Campo juntamente com 800 presos doentes dos quais 700 morreram. Levi foi um dos 100 sobreviventes. Após esse episódio marcante em sua vida, Levi, já de volta para a Itália, escreveu o livro "É Isto Um Homem?", descrevendo as atrocidades vividas por ele no Campo de Concentração de Auschwitz. Entre outros trabalhos, escreveu também o livro "A Trégua", onde ele nos mostra que é possível deixar uma guerra, aos pedaços, e ir juntando as partes novamente pela vida afora.
Curiosamente, esse homem, que passou pelos horrores da guerra e nos ensinou o caminho para superarmos as adversidades que a vida nos aplica, decidiu por fim à sua própria vida. Primo Levi havia telefonado a um amigo, pouco antes de morrer, e dito que não suportava mais a vida. Estava arrasado pelo sofrimento que a mãe vinha enfrentando com o câncer. Vê-la sofrer fazia com que recordasse dos horrores de Auschwitz. Minutos depois da conversa, Levi saltou do alto de uma escadaria em Turim, onde morava.
Levi não conseguiu colocar a sua teoria na prática. Ele foi vítima dos atalhos e descaminhos que a vida nos traça, testando nossas habilidades para sobreviver.
Poema do Dia:
Obsessão Cromática
O vermelho é absurdo.
O vermelho é abjeto.
O vermelho é o desejo,
Contido nas cartas do realejo.
O vermelho é o sangue
Destilado do inimigo.
O vermelho é o sexo:
Nosso prazer complexo.
O vermelho é a guerra
Com todo o seu horror.
Vermelha é a chama
Que arde na tua cama.
O vermelho é o sangue
Da tua menstruação.
Vermelho é o dia
Em que a morte me perseguia.
A obcessão vermelhífica, consuma,
A visão magnífica do apocalipse.
Pés, mãos, corpos de cabeças decepadas.
Vermelho de sangue por todos os lados.
Vermelho, vermelho, vermelho.
Vermelho por todos os lados.
A nossa sorte é...
Que o céu ainda é...
Azul!
Richard 2011
A verdade é que muitos fatores externos têm ação sobre os acontecimentos ao nosso redor. E, muitas vezes, estes agem de forma contrária ao nosso imaginário transformando o resultado final diferente daquele que havia sido pensado ou escrito
Um exemplo muito interessante que ilustra esse fato, aconteceu no caso do italiano Primo Levi.
Primo Levi, químico, escritor e filósofo. Um judeu italiano que escapou duas vezes da morte nos onze meses que passou no campo de concentração nazista de Auschwitz. Na primeira vez, por ser químico, foi selecionado para trabalhar no laboratório de pesquisas sobre borracha no campo. O que lhe valeu certas "regalias" perante às torturas sofridas pelos demais prisioneiros. Quando as forças aliadas estavam prestes a invadir Auschwitz, os nazistas se retiraram do Campo levando consigo os prisioneiros que estavam com boa saúde. Foi a chamada "Caminhada da Morte", onde as tropas alemãs juntamente com os prisioneiros foram praticamente dizimadas pelas forças aliadas. Mais uma vez Primo Levi foi salvo pela sorte. Acometido de Escarlatina ficou na enfermaria do Campo juntamente com 800 presos doentes dos quais 700 morreram. Levi foi um dos 100 sobreviventes. Após esse episódio marcante em sua vida, Levi, já de volta para a Itália, escreveu o livro "É Isto Um Homem?", descrevendo as atrocidades vividas por ele no Campo de Concentração de Auschwitz. Entre outros trabalhos, escreveu também o livro "A Trégua", onde ele nos mostra que é possível deixar uma guerra, aos pedaços, e ir juntando as partes novamente pela vida afora.
Curiosamente, esse homem, que passou pelos horrores da guerra e nos ensinou o caminho para superarmos as adversidades que a vida nos aplica, decidiu por fim à sua própria vida. Primo Levi havia telefonado a um amigo, pouco antes de morrer, e dito que não suportava mais a vida. Estava arrasado pelo sofrimento que a mãe vinha enfrentando com o câncer. Vê-la sofrer fazia com que recordasse dos horrores de Auschwitz. Minutos depois da conversa, Levi saltou do alto de uma escadaria em Turim, onde morava.
Levi não conseguiu colocar a sua teoria na prática. Ele foi vítima dos atalhos e descaminhos que a vida nos traça, testando nossas habilidades para sobreviver.
Poema do Dia:
Obsessão Cromática
O vermelho é absurdo.
O vermelho é abjeto.
O vermelho é o desejo,
Contido nas cartas do realejo.
O vermelho é o sangue
Destilado do inimigo.
O vermelho é o sexo:
Nosso prazer complexo.
O vermelho é a guerra
Com todo o seu horror.
Vermelha é a chama
Que arde na tua cama.
O vermelho é o sangue
Da tua menstruação.
Vermelho é o dia
Em que a morte me perseguia.
A obcessão vermelhífica, consuma,
A visão magnífica do apocalipse.
Pés, mãos, corpos de cabeças decepadas.
Vermelho de sangue por todos os lados.
Vermelho, vermelho, vermelho.
Vermelho por todos os lados.
A nossa sorte é...
Que o céu ainda é...
Azul!
Richard 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Sentido x Instinto
Um assunto que nos peturba (seres racionais), acima dos outros seres vivos, que não têm essa preocupação, é o sentido da vida. Nascemos sabendo qual será o nosso fim. A questão é como vamos preencher o hiato vago entre nosso nascimento e nossa morte. A primeiríssima razão de existirmos é a perpetuação da nossa espécie ( idéia comum a todos os seres vivos). Gerar e dar condições de vida para os descendentes é uma preocupação constante das espécies. Mas, depois de feito isso, O que nos faz ter apego pela vida? Qual será a razão para a continuação da nossa existência? A partir daí, qual será o sentido que nos faz viver? Nesse ponto entra em ação outro valor comum a todos os seres vivos: O instinto de sobrevivência. Este sim, é o grande incentivador da nossa vida. Precisamos ficar vivos. Todos temos nosso papel no ciclo da vida, e temos que cumprí-lo. É claro que todos queríamos ser os atores principais nesse filme. Mas, a maioria tem que se contentar em ser apenas meros atores coadjuvantes. Assim como dentre milhares de espermatozóides, apenas um fecundará o óvulo, sendo o responsável por uma nova vida, todos os demais fazem parte do processo que significa a luta pela vida.
Dessa forma, quando se desfaz em nós o sentido da vida, entra em vigor o instinto de sobrevivência. Até quando nossas forças resistirem às vicissitudes da existência e às corrosões do tempo.
Poema do Dia:
Conflito
Tenho sido vão.
Tenho sido um não.
Migalha de pão,
Caroço de jabuticaba.
Tenho sido lento.
Tenho sido ungüento.
Peneira tapando o sol,
Jabuti rabugento.
O cão late com autoridade.
E eu me calo para ouvir.
Até para se latir com classe
Tem que ter "pedigree".
A canoa está furada,
E fazendo água.
Afundando num oceano
De pontos de interrogação.
Assim sendo, corro o risco
De, apenas, passar pela vida,
Ou vê-la passar por mim
Dando adeuses...
Richard 2011
Dessa forma, quando se desfaz em nós o sentido da vida, entra em vigor o instinto de sobrevivência. Até quando nossas forças resistirem às vicissitudes da existência e às corrosões do tempo.
Poema do Dia:
Conflito
Tenho sido vão.
Tenho sido um não.
Migalha de pão,
Caroço de jabuticaba.
Tenho sido lento.
Tenho sido ungüento.
Peneira tapando o sol,
Jabuti rabugento.
O cão late com autoridade.
E eu me calo para ouvir.
Até para se latir com classe
Tem que ter "pedigree".
A canoa está furada,
E fazendo água.
Afundando num oceano
De pontos de interrogação.
Assim sendo, corro o risco
De, apenas, passar pela vida,
Ou vê-la passar por mim
Dando adeuses...
Richard 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Aos Ufólogos, Meus Sentimentos!
Para o seleto grupo de leitores do meu blog, começarei o ano com uma notícia bombástica. Um furo de reportagem. Até hoje ninguém teve coragem de afirmar o que eu vou dizer. Nem mesmo os cientistas da NASA confirmarão minha afirmação. Eles sabem que estou certo, mas jamais dirão, porque temem perder os incentivos para suas pesquisas.
Eu afirmo o seguinte: "Não existe vida alcançável além do planeta Terra". E completando: "Jamais um ser extraterreno chegará até nós".
Não é preciso ser uma sumidade da inteligência, para se chegar a esta conclusão. É tudo uma questão de tempo e distância. Dentro do nosso minúsculo sistema solar, já é comprovado: Não existe vida. Fora dele, jamais saberemos, pois tudo é muito distante. Não são horas nem dias, mas sim anos-luz que separam as distâncias. Para se ter uma idéia, se fossemos atravessar a Via Láctea, galáxia na qual estamos inseridos, levaríamos 100 milhões de anos ( se conseguíssemos viajar a velocidade da luz). E, no entanto, no Universo existem trilhões de conglomerados astrais semelhantes à nossa Via Láctea. Se existirem seres extraterrestres, estes teriam a mesma dificuldade de locomoção para chegarem até nós.
Sinto dizer aos adoradores de Discos Voadores, que infelizmente jamais terão um contato imediato do 3º grau. . Lamento dizer aos cinéfilos, adoradores da ficção de Hollywood, que foram ludibriados na sua inocência febril.
Ora! Que diabos! Afinal precisamos um pouco de fantasia nas nossas vidas. Mas que essa fantasia fique restrita a uma tela de cinema e não extrapole os limites do impossível.
A verdade é esta: Estamos sós no Universo, até onde alcança o limite da nossa capacidade. Não há o quê procurar. Não há como alcançar. Não há pelo quê esperar. Estamos sós e basta!
Aos Ufólogos de plantão, viúvas dos seres extraterrenos, deixo os meus mais sinceros votos de sentimentos.
Poema do Dia:
Cosmos
Porque chorar em terra deserta?
Se o Sol só ilumina quem rei é.
Desperta, desperta
É preciso ficar em pé.
O cosmos me espera.
E é prá lá que eu vou,
Pois pouca vida ainda prospera
No resto de alma que ficou.
Bebo, com sede, o momento de agora
Até quando me permitir a negra morte,
Pois não sei o que meu corpo implora
Se o azar da vida, ou da mortalha, a sorte.
Quero, enfim, que o céu
Me mostre seus limites infinitos,
Que é para eu me envenenar com fel,
Um pouco mais, antes dos acordes benditos.
Richard 2011
Eu afirmo o seguinte: "Não existe vida alcançável além do planeta Terra". E completando: "Jamais um ser extraterreno chegará até nós".
Não é preciso ser uma sumidade da inteligência, para se chegar a esta conclusão. É tudo uma questão de tempo e distância. Dentro do nosso minúsculo sistema solar, já é comprovado: Não existe vida. Fora dele, jamais saberemos, pois tudo é muito distante. Não são horas nem dias, mas sim anos-luz que separam as distâncias. Para se ter uma idéia, se fossemos atravessar a Via Láctea, galáxia na qual estamos inseridos, levaríamos 100 milhões de anos ( se conseguíssemos viajar a velocidade da luz). E, no entanto, no Universo existem trilhões de conglomerados astrais semelhantes à nossa Via Láctea. Se existirem seres extraterrestres, estes teriam a mesma dificuldade de locomoção para chegarem até nós.
Sinto dizer aos adoradores de Discos Voadores, que infelizmente jamais terão um contato imediato do 3º grau. . Lamento dizer aos cinéfilos, adoradores da ficção de Hollywood, que foram ludibriados na sua inocência febril.
Ora! Que diabos! Afinal precisamos um pouco de fantasia nas nossas vidas. Mas que essa fantasia fique restrita a uma tela de cinema e não extrapole os limites do impossível.
A verdade é esta: Estamos sós no Universo, até onde alcança o limite da nossa capacidade. Não há o quê procurar. Não há como alcançar. Não há pelo quê esperar. Estamos sós e basta!
Aos Ufólogos de plantão, viúvas dos seres extraterrenos, deixo os meus mais sinceros votos de sentimentos.
Poema do Dia:
Cosmos
Porque chorar em terra deserta?
Se o Sol só ilumina quem rei é.
Desperta, desperta
É preciso ficar em pé.
O cosmos me espera.
E é prá lá que eu vou,
Pois pouca vida ainda prospera
No resto de alma que ficou.
Bebo, com sede, o momento de agora
Até quando me permitir a negra morte,
Pois não sei o que meu corpo implora
Se o azar da vida, ou da mortalha, a sorte.
Quero, enfim, que o céu
Me mostre seus limites infinitos,
Que é para eu me envenenar com fel,
Um pouco mais, antes dos acordes benditos.
Richard 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
The Holy Night
Here comes the holy night! Can you feel the magic of this moment? Everyone wants to be the a seeds-man of the Lord's lovefields. I want to hear an angel's choir singing sacred songs, while my soul goes crazyly around like it was in a hurricane's eye. I still can hear the crying of one child. One singular child chosen to be the mankind's saviour.
Here comes the holy night, open yours hearts and let it in. Forget the bad times, forget your coat moneyless and even the devil's adress. Buy a toy to yourself and returns to be a child again.
You can, you know, everything is possible in this holy night. Give a gift to your worst enemy. Give a kiss in the face of your mother-in-law. Take care every poor children you find in your way, because you know: "Theirs are the heavens kingdom". Sing a Christmas song. Plant a Christmas tree. Don't be sad in this night. It is time to happyness and glory. No more darkness, no more loneliness. Remember - A child was born, and with her, our hope of good days ahead.
Than be free!
You can!
You need!
Happy holy night to all yours!
Poem of the Day:
Here comes the holy night, open yours hearts and let it in. Forget the bad times, forget your coat moneyless and even the devil's adress. Buy a toy to yourself and returns to be a child again.
You can, you know, everything is possible in this holy night. Give a gift to your worst enemy. Give a kiss in the face of your mother-in-law. Take care every poor children you find in your way, because you know: "Theirs are the heavens kingdom". Sing a Christmas song. Plant a Christmas tree. Don't be sad in this night. It is time to happyness and glory. No more darkness, no more loneliness. Remember - A child was born, and with her, our hope of good days ahead.
Than be free!
You can!
You need!
Happy holy night to all yours!
Poem of the Day:
The Last Christmas
This
Cam be
The last Christmas
Of our lifes. Let's go live
Each moment like it was the
Ultimate. It cam be the end of what
Never had middle. Or the simple beguin
Of one life all new. Don't think about tomorrow,
Nor about wrongs that put us out of the way in the
Past. Let us be free like we always do. Let us drink the
Wather of the origin fountain, were everything begun. Let us
Return to the mother's breast, to the father's protection and be free,
Until the pain
Of the lost ...
Disconnect...
Us forever ...
Richard 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
A Fé
As religiões são todas iguais nas suas essências. Todas elas pregam a purificação da alma como forma de atingir a perfeição e, consequentemente, a vida eterna no pós morte. As religiões têm a necessidade de materializar seus deuses através de estátuas e imagens, pois surpreendentemente necessitamos de matéria para alimentar o nosso espírito. Foi assim com os Egípcios, com os Gregos, os Romanos, na Idade Média, no Renascimento até nos dias de hoje, tanto no oriente como no ocidente. Amamos estátuas de gesso, adoramos imagens que nos foram imputadas e rezamos ajoelhados em catedrais de pedra. O cristianismo, o budismo, o islamismo, o candomblé, o confucionismo, o hinduísmo e mais uma centena de outras religiões tão diferentes entre si, mas no fundo todas iguais num ponto em comum: A Fé.
A fé, esta sim é o combustível que alimenta o círculo religioso. Só que mal sabem os crentes que a fé não está naquele quadro na parede, nem na estátua da Virgem Maria, nem tampouco na imagem do Budha e muito menos no Cristo na cruz. A fé depende da nossa força de vontade para se tornar real. A fé está dentro de nós. É como meu pai sempre diz, na simplicidade da sua sabedoria de estrada: " Uns têm fé de mais, outros fé de menos". ( Acho que o trocadilho não é por acaso. É intencional).
Poema do Dia:
Perdão
Peço-te perdão!
Perdão pelos meus erros.
Perdão pelos meus acertos.
Perdão pelo que não te fiz.
Perdão por não estar aqui.
Perdão por não te fazer feliz.
Perdão por não ter o teu perdão.
Perdão por não ser perfeito.
Perdão por não te amar direito.
Perdão por não ter coragem.
Perdão por não sonhar contigo,
Sem sair da minha realidade.
Perdão, perdão, perdão...
Perdão pelo sim,
Perdão pelo não.
Mas acima de tudo,
Perdão por pena de mim!
Richard 2010
A fé, esta sim é o combustível que alimenta o círculo religioso. Só que mal sabem os crentes que a fé não está naquele quadro na parede, nem na estátua da Virgem Maria, nem tampouco na imagem do Budha e muito menos no Cristo na cruz. A fé depende da nossa força de vontade para se tornar real. A fé está dentro de nós. É como meu pai sempre diz, na simplicidade da sua sabedoria de estrada: " Uns têm fé de mais, outros fé de menos". ( Acho que o trocadilho não é por acaso. É intencional).
Poema do Dia:
Perdão
Peço-te perdão!
Perdão pelos meus erros.
Perdão pelos meus acertos.
Perdão pelo que não te fiz.
Perdão por não estar aqui.
Perdão por não te fazer feliz.
Perdão por não ter o teu perdão.
Perdão por não ser perfeito.
Perdão por não te amar direito.
Perdão por não ter coragem.
Perdão por não sonhar contigo,
Sem sair da minha realidade.
Perdão, perdão, perdão...
Perdão pelo sim,
Perdão pelo não.
Mas acima de tudo,
Perdão por pena de mim!
Richard 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Reflexão
Quando tu envelheceres
Não chores pelos teus insucessos,
Teus pecados,
Tuas pequenas mentiras.
Nem tampouco pelo que fizeste
Ou deixaste de fazer.
- O tempo apaga tudo -
Quando tu envelheceres
Bebas a água de todas as fontes
E sejas jovem o resto dos teus dias.
- Rejuvenesça -
Nasça de novo
A cada dia.
Faça a velhice retroceder.
Retire as pilhas do relógio
E faça o tempo parar.
Teu rosto caído, no espelho.
As rugas no teu cenho.
A sensação do dever cumprido.
Teu rosto caído,
As rugas, no espelho
Tudo isso não significa nada.
É apenas a era da decadência.
Ou tu lutas para continuar vivo,
Ou já é hora de te retirar,
Assim como fazem
Os Elefantes!
Poema do dia:
Felicidade
Em algum lugar no fim do mundo,
A felicidade plantou sua semente.
Num lugar tão distante e profundo
Até mais que alcança a fértil mente.
Cave...,cave..., a vala mais funda.
Pareça e seja o mais demente.
Olhe no espelho e veja um corcunda,
Se isso, a felicidade lhe aumente.
No fim, bem no fim, tudo recomeça.
A semente que se plantou,
No futuro, vira promessa.
E o ser humano que a procurou,
Seu limite maior atravessa.
E atinge a felicidade que perseverou.
Richard 2010
Não chores pelos teus insucessos,
Teus pecados,
Tuas pequenas mentiras.
Nem tampouco pelo que fizeste
Ou deixaste de fazer.
- O tempo apaga tudo -
Quando tu envelheceres
Bebas a água de todas as fontes
E sejas jovem o resto dos teus dias.
- Rejuvenesça -
Nasça de novo
A cada dia.
Faça a velhice retroceder.
Retire as pilhas do relógio
E faça o tempo parar.
Teu rosto caído, no espelho.
As rugas no teu cenho.
A sensação do dever cumprido.
Teu rosto caído,
As rugas, no espelho
Tudo isso não significa nada.
É apenas a era da decadência.
Ou tu lutas para continuar vivo,
Ou já é hora de te retirar,
Assim como fazem
Os Elefantes!
Poema do dia:
Felicidade
Em algum lugar no fim do mundo,
A felicidade plantou sua semente.
Num lugar tão distante e profundo
Até mais que alcança a fértil mente.
Cave...,cave..., a vala mais funda.
Pareça e seja o mais demente.
Olhe no espelho e veja um corcunda,
Se isso, a felicidade lhe aumente.
No fim, bem no fim, tudo recomeça.
A semente que se plantou,
No futuro, vira promessa.
E o ser humano que a procurou,
Seu limite maior atravessa.
E atinge a felicidade que perseverou.
Richard 2010
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