Para o seleto grupo de leitores do meu blog, começarei o ano com uma notícia bombástica. Um furo de reportagem. Até hoje ninguém teve coragem de afirmar o que eu vou dizer. Nem mesmo os cientistas da NASA confirmarão minha afirmação. Eles sabem que estou certo, mas jamais dirão, porque temem perder os incentivos para suas pesquisas.
Eu afirmo o seguinte: "Não existe vida alcançável além do planeta Terra". E completando: "Jamais um ser extraterreno chegará até nós".
Não é preciso ser uma sumidade da inteligência, para se chegar a esta conclusão. É tudo uma questão de tempo e distância. Dentro do nosso minúsculo sistema solar, já é comprovado: Não existe vida. Fora dele, jamais saberemos, pois tudo é muito distante. Não são horas nem dias, mas sim anos-luz que separam as distâncias. Para se ter uma idéia, se fossemos atravessar a Via Láctea, galáxia na qual estamos inseridos, levaríamos 100 milhões de anos ( se conseguíssemos viajar a velocidade da luz). E, no entanto, no Universo existem trilhões de conglomerados astrais semelhantes à nossa Via Láctea. Se existirem seres extraterrestres, estes teriam a mesma dificuldade de locomoção para chegarem até nós.
Sinto dizer aos adoradores de Discos Voadores, que infelizmente jamais terão um contato imediato do 3º grau. . Lamento dizer aos cinéfilos, adoradores da ficção de Hollywood, que foram ludibriados na sua inocência febril.
Ora! Que diabos! Afinal precisamos um pouco de fantasia nas nossas vidas. Mas que essa fantasia fique restrita a uma tela de cinema e não extrapole os limites do impossível.
A verdade é esta: Estamos sós no Universo, até onde alcança o limite da nossa capacidade. Não há o quê procurar. Não há como alcançar. Não há pelo quê esperar. Estamos sós e basta!
Aos Ufólogos de plantão, viúvas dos seres extraterrenos, deixo os meus mais sinceros votos de sentimentos.
Poema do Dia:
Cosmos
Porque chorar em terra deserta?
Se o Sol só ilumina quem rei é.
Desperta, desperta
É preciso ficar em pé.
O cosmos me espera.
E é prá lá que eu vou,
Pois pouca vida ainda prospera
No resto de alma que ficou.
Bebo, com sede, o momento de agora
Até quando me permitir a negra morte,
Pois não sei o que meu corpo implora
Se o azar da vida, ou da mortalha, a sorte.
Quero, enfim, que o céu
Me mostre seus limites infinitos,
Que é para eu me envenenar com fel,
Um pouco mais, antes dos acordes benditos.
Richard 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
The Holy Night
Here comes the holy night! Can you feel the magic of this moment? Everyone wants to be the a seeds-man of the Lord's lovefields. I want to hear an angel's choir singing sacred songs, while my soul goes crazyly around like it was in a hurricane's eye. I still can hear the crying of one child. One singular child chosen to be the mankind's saviour.
Here comes the holy night, open yours hearts and let it in. Forget the bad times, forget your coat moneyless and even the devil's adress. Buy a toy to yourself and returns to be a child again.
You can, you know, everything is possible in this holy night. Give a gift to your worst enemy. Give a kiss in the face of your mother-in-law. Take care every poor children you find in your way, because you know: "Theirs are the heavens kingdom". Sing a Christmas song. Plant a Christmas tree. Don't be sad in this night. It is time to happyness and glory. No more darkness, no more loneliness. Remember - A child was born, and with her, our hope of good days ahead.
Than be free!
You can!
You need!
Happy holy night to all yours!
Poem of the Day:
Here comes the holy night, open yours hearts and let it in. Forget the bad times, forget your coat moneyless and even the devil's adress. Buy a toy to yourself and returns to be a child again.
You can, you know, everything is possible in this holy night. Give a gift to your worst enemy. Give a kiss in the face of your mother-in-law. Take care every poor children you find in your way, because you know: "Theirs are the heavens kingdom". Sing a Christmas song. Plant a Christmas tree. Don't be sad in this night. It is time to happyness and glory. No more darkness, no more loneliness. Remember - A child was born, and with her, our hope of good days ahead.
Than be free!
You can!
You need!
Happy holy night to all yours!
Poem of the Day:
The Last Christmas
This
Cam be
The last Christmas
Of our lifes. Let's go live
Each moment like it was the
Ultimate. It cam be the end of what
Never had middle. Or the simple beguin
Of one life all new. Don't think about tomorrow,
Nor about wrongs that put us out of the way in the
Past. Let us be free like we always do. Let us drink the
Wather of the origin fountain, were everything begun. Let us
Return to the mother's breast, to the father's protection and be free,
Until the pain
Of the lost ...
Disconnect...
Us forever ...
Richard 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
A Fé
As religiões são todas iguais nas suas essências. Todas elas pregam a purificação da alma como forma de atingir a perfeição e, consequentemente, a vida eterna no pós morte. As religiões têm a necessidade de materializar seus deuses através de estátuas e imagens, pois surpreendentemente necessitamos de matéria para alimentar o nosso espírito. Foi assim com os Egípcios, com os Gregos, os Romanos, na Idade Média, no Renascimento até nos dias de hoje, tanto no oriente como no ocidente. Amamos estátuas de gesso, adoramos imagens que nos foram imputadas e rezamos ajoelhados em catedrais de pedra. O cristianismo, o budismo, o islamismo, o candomblé, o confucionismo, o hinduísmo e mais uma centena de outras religiões tão diferentes entre si, mas no fundo todas iguais num ponto em comum: A Fé.
A fé, esta sim é o combustível que alimenta o círculo religioso. Só que mal sabem os crentes que a fé não está naquele quadro na parede, nem na estátua da Virgem Maria, nem tampouco na imagem do Budha e muito menos no Cristo na cruz. A fé depende da nossa força de vontade para se tornar real. A fé está dentro de nós. É como meu pai sempre diz, na simplicidade da sua sabedoria de estrada: " Uns têm fé de mais, outros fé de menos". ( Acho que o trocadilho não é por acaso. É intencional).
Poema do Dia:
Perdão
Peço-te perdão!
Perdão pelos meus erros.
Perdão pelos meus acertos.
Perdão pelo que não te fiz.
Perdão por não estar aqui.
Perdão por não te fazer feliz.
Perdão por não ter o teu perdão.
Perdão por não ser perfeito.
Perdão por não te amar direito.
Perdão por não ter coragem.
Perdão por não sonhar contigo,
Sem sair da minha realidade.
Perdão, perdão, perdão...
Perdão pelo sim,
Perdão pelo não.
Mas acima de tudo,
Perdão por pena de mim!
Richard 2010
A fé, esta sim é o combustível que alimenta o círculo religioso. Só que mal sabem os crentes que a fé não está naquele quadro na parede, nem na estátua da Virgem Maria, nem tampouco na imagem do Budha e muito menos no Cristo na cruz. A fé depende da nossa força de vontade para se tornar real. A fé está dentro de nós. É como meu pai sempre diz, na simplicidade da sua sabedoria de estrada: " Uns têm fé de mais, outros fé de menos". ( Acho que o trocadilho não é por acaso. É intencional).
Poema do Dia:
Perdão
Peço-te perdão!
Perdão pelos meus erros.
Perdão pelos meus acertos.
Perdão pelo que não te fiz.
Perdão por não estar aqui.
Perdão por não te fazer feliz.
Perdão por não ter o teu perdão.
Perdão por não ser perfeito.
Perdão por não te amar direito.
Perdão por não ter coragem.
Perdão por não sonhar contigo,
Sem sair da minha realidade.
Perdão, perdão, perdão...
Perdão pelo sim,
Perdão pelo não.
Mas acima de tudo,
Perdão por pena de mim!
Richard 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Reflexão
Quando tu envelheceres
Não chores pelos teus insucessos,
Teus pecados,
Tuas pequenas mentiras.
Nem tampouco pelo que fizeste
Ou deixaste de fazer.
- O tempo apaga tudo -
Quando tu envelheceres
Bebas a água de todas as fontes
E sejas jovem o resto dos teus dias.
- Rejuvenesça -
Nasça de novo
A cada dia.
Faça a velhice retroceder.
Retire as pilhas do relógio
E faça o tempo parar.
Teu rosto caído, no espelho.
As rugas no teu cenho.
A sensação do dever cumprido.
Teu rosto caído,
As rugas, no espelho
Tudo isso não significa nada.
É apenas a era da decadência.
Ou tu lutas para continuar vivo,
Ou já é hora de te retirar,
Assim como fazem
Os Elefantes!
Poema do dia:
Felicidade
Em algum lugar no fim do mundo,
A felicidade plantou sua semente.
Num lugar tão distante e profundo
Até mais que alcança a fértil mente.
Cave...,cave..., a vala mais funda.
Pareça e seja o mais demente.
Olhe no espelho e veja um corcunda,
Se isso, a felicidade lhe aumente.
No fim, bem no fim, tudo recomeça.
A semente que se plantou,
No futuro, vira promessa.
E o ser humano que a procurou,
Seu limite maior atravessa.
E atinge a felicidade que perseverou.
Richard 2010
Não chores pelos teus insucessos,
Teus pecados,
Tuas pequenas mentiras.
Nem tampouco pelo que fizeste
Ou deixaste de fazer.
- O tempo apaga tudo -
Quando tu envelheceres
Bebas a água de todas as fontes
E sejas jovem o resto dos teus dias.
- Rejuvenesça -
Nasça de novo
A cada dia.
Faça a velhice retroceder.
Retire as pilhas do relógio
E faça o tempo parar.
Teu rosto caído, no espelho.
As rugas no teu cenho.
A sensação do dever cumprido.
Teu rosto caído,
As rugas, no espelho
Tudo isso não significa nada.
É apenas a era da decadência.
Ou tu lutas para continuar vivo,
Ou já é hora de te retirar,
Assim como fazem
Os Elefantes!
Poema do dia:
Felicidade
Em algum lugar no fim do mundo,
A felicidade plantou sua semente.
Num lugar tão distante e profundo
Até mais que alcança a fértil mente.
Cave...,cave..., a vala mais funda.
Pareça e seja o mais demente.
Olhe no espelho e veja um corcunda,
Se isso, a felicidade lhe aumente.
No fim, bem no fim, tudo recomeça.
A semente que se plantou,
No futuro, vira promessa.
E o ser humano que a procurou,
Seu limite maior atravessa.
E atinge a felicidade que perseverou.
Richard 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Eu Estive no Céu
Era um domingo cinzento, composto com alguma garoa persistente. Eu, como motorista, com mais quatro passageiros, subíamos a encosta de uma montanha íngreme. Passamos por asfalto, trepidamos por paralelepípedos e derrapamos por estradas de chão batido. A chuva miúda dava uma sensação de suspense à nossa subida. Eu não sabia o que iria encontrar lá. Tudo era novidade para mim. Apenas sabia que lá, bem no alto da montanha, havia uma comunidade que vivia em função de sua crença. Como tantas outras que existem por aí, dedicadas à sua fé e aos seus dogmas. As dificuldades do caminho foram plenamente justificadas ao chegarmos no topo. Realmente era um lugar escolhido a dedo. Cercado de natureza e bem pertinho do céu. Havia um templo central, que se destacava pela sua beleza plástica, repleto de pinturas onde predominavam o vermelho e o dourado. Ao redor, haviam construções menores que complementavam o complexo. O templo principal era realmente lindo por dentro. Com paredes pintadas com motivos ilustrados, contando histórias sobre a origem da sua religião, do seu fundador, das fases por que passou até se tornar divindade. Haviam também, várias figuras esculpidas representando seus deuses ou entidades divinas. Ao fundo, via-se uma enorme biblioteca contendo mais de uma centena de papiros enrolados em tecidos, contendo todas as diretrizes a serem seguidas por seus fiéis. Uma verdadeira relíquia, equivalente à Bíblia Sagrada.
Lá fora, no pátio, uma vista esplendorosa do horizonte. Ali do alto, como se estivéssemos no topo do mundo, acima de todos os males, flutuando por cima de todos os problemas. Um visual que nos convidava a meditar, em companhia da paz.
De volta para casa, relembrando todo aquele passeio junto à natureza, toda aquela tranquilidade reabilitadora, a sensação de paz no espírito, eu tive a certeza: Eu estive no céu e não sabia!
Poema do Dia:
Os Chás
Os chás revelam teus segredos,
Em cheiros formas e gostos.
Não há fantasmas, não há medos.
Refletidos, no espelho, só nossos rostos.
O tempo se afastou de nós sem receio.
No meio da vida, tudo pára em volta...
Nem o futuro, que jamais creio,
Minha frágil fé trará de volta.
De resto resta uma réstia de desejo.
Os chás nos entorpecem, criam visões.
E eu acredito nas miragens que vejo.
O fururo e a morte têm suas razões.
Nas nuvens nebulosas dos chás
Deito meu corpo cansado.
Entrego minha mente, espero que te vás.
Sou só: "Eu e meu reinado".
E não me venhas contar tuas mentiras.
Meus ouvidos saturam do que tu achas.
A única verdade está escrita em tiras
Nas tumbas, nas cruzes e nos chás...
Richard 2010
Lá fora, no pátio, uma vista esplendorosa do horizonte. Ali do alto, como se estivéssemos no topo do mundo, acima de todos os males, flutuando por cima de todos os problemas. Um visual que nos convidava a meditar, em companhia da paz.
De volta para casa, relembrando todo aquele passeio junto à natureza, toda aquela tranquilidade reabilitadora, a sensação de paz no espírito, eu tive a certeza: Eu estive no céu e não sabia!
Poema do Dia:
Os Chás
Os chás revelam teus segredos,
Em cheiros formas e gostos.
Não há fantasmas, não há medos.
Refletidos, no espelho, só nossos rostos.
O tempo se afastou de nós sem receio.
No meio da vida, tudo pára em volta...
Nem o futuro, que jamais creio,
Minha frágil fé trará de volta.
De resto resta uma réstia de desejo.
Os chás nos entorpecem, criam visões.
E eu acredito nas miragens que vejo.
O fururo e a morte têm suas razões.
Nas nuvens nebulosas dos chás
Deito meu corpo cansado.
Entrego minha mente, espero que te vás.
Sou só: "Eu e meu reinado".
E não me venhas contar tuas mentiras.
Meus ouvidos saturam do que tu achas.
A única verdade está escrita em tiras
Nas tumbas, nas cruzes e nos chás...
Richard 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sexoterapia
Benvindos à terapia do sexo. Aqui não há dor, não há tensão, só há satisfação.
O sexo acalma, alivia e rejuvenesce. É um elixir que nos mantém vivos através dos tempos.
Cada vez que satisfazemos nosso desejo, erguemos um tijolo a mais no muro de nossa vida.
Sexo é bom, é necessário, diria que é... vital.
Sexo é mais do que a procriação da espécie.
Sexo é uma "droga" benigna, que nos dá a emoção necessária para levarmos a vida com alegria.
Seja adepto dessa terapia. Tire do armário todos os desejos recolhidos. Abaixo os tabús!
Celibatárias, somente as minhocas, que são hermafroditas. Nós nascemos para nos relacionar.
Então seja adepto da sexoterapia. Nessa sessão você é seu próprio analista.
O Ministério da Saúde adverte:
"Sexo faz bem para a saúde"
Então vamos sexuar!
Poema do Dia:
Escravos do Sexo
De um copo de licor que eu bebo demorado,
Vou tirando todo sabor, neste frasco concentrado.
Minha língua sedenta, a percorrer cada valo,
Buscando o prazer, da base até o gargalo.
E nessa procura maluca, do líquido precioso,
A saliva escorre, sentindo a hora do gozo.
A carne é quente e requenta a paixão;
Como criança eu abuso, me lambuzando de tesão.
E nesse transe absoluto, alma com alma incorporados,
O sexo corre solto, pelos nossos corpos dourados.
Não há limites para nosso prazer buscar satisfação.
Não há porque evitar nossos corpos em convulsão.
Queremos respirar o sexo antes que a vida seja tardia,
Tornando nosso leite o ópio que sustenta o dia a dia.
Não adianta camuflar uma vida fútil e corroída,
Somos escravos do sexo, e não há outra saída.
Richard 2010
O sexo acalma, alivia e rejuvenesce. É um elixir que nos mantém vivos através dos tempos.
Cada vez que satisfazemos nosso desejo, erguemos um tijolo a mais no muro de nossa vida.
Sexo é bom, é necessário, diria que é... vital.
Sexo é mais do que a procriação da espécie.
Sexo é uma "droga" benigna, que nos dá a emoção necessária para levarmos a vida com alegria.
Seja adepto dessa terapia. Tire do armário todos os desejos recolhidos. Abaixo os tabús!
Celibatárias, somente as minhocas, que são hermafroditas. Nós nascemos para nos relacionar.
Então seja adepto da sexoterapia. Nessa sessão você é seu próprio analista.
O Ministério da Saúde adverte:
"Sexo faz bem para a saúde"
Então vamos sexuar!
Poema do Dia:
Escravos do Sexo
De um copo de licor que eu bebo demorado,
Vou tirando todo sabor, neste frasco concentrado.
Minha língua sedenta, a percorrer cada valo,
Buscando o prazer, da base até o gargalo.
E nessa procura maluca, do líquido precioso,
A saliva escorre, sentindo a hora do gozo.
A carne é quente e requenta a paixão;
Como criança eu abuso, me lambuzando de tesão.
E nesse transe absoluto, alma com alma incorporados,
O sexo corre solto, pelos nossos corpos dourados.
Não há limites para nosso prazer buscar satisfação.
Não há porque evitar nossos corpos em convulsão.
Queremos respirar o sexo antes que a vida seja tardia,
Tornando nosso leite o ópio que sustenta o dia a dia.
Não adianta camuflar uma vida fútil e corroída,
Somos escravos do sexo, e não há outra saída.
Richard 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Esvaziando as Gavetas
As gavetas de nossas casas estão sempre cheias de coisas. A maioria do conteúdo é jogado lá e, invariavelmente, esquecido. É claro que cada um de nós tem a sua gaveta preferida. E é para lá que destinamos nossos objetos mais queridos, mais valorizados e também os mais inúteis. Há quem diga que a gaveta é um estágio intermediário que um objeto ocupa entre o seu uso e a lata de lixo. Eventualmente temos que limpar nossas gavetas, pelo menos para tirar a poeira acumulada durante o ano, ou mesmo, alguma traça que esteja querendo digerir nossos "importantes" papéis. Outro dia me prestei para limpar minha gaveta e tentar diminuir o volume de bujigangas contidos nela. Segue abaixo, uma relação sucinta de alguns objetos lá encontrados:
- Uma máquina fotográfica antiga, com filme de 35mm (acho que nem existe mais recarga para máquinas desse tipo).
- Dois relógios estragados, que já tinham ido três vezes ao conserto.
- Quatro medalhas que eu ganhei em jogos escolares quando frequentava o curso primário. (Obs: nenhuma delas de primeiro lugar)
- Uma revista "Playboy" de mil novecentos e antigamente. (Para eventuais necessidades)
- Várias fotografias que não couberam nos álbuns de fotos.
- Dois radinhos de pilha. Um para ouvir no banheiro, o outro para usar com fones de ouvido.
- Etc...
Fazendo uma análise profunda, achei que metade daquele entulho poderia ir para a lixeira. Mas o fator emocional falou mais alto, e eu não consegui me livrar de nada. Acho que nossas gavetas são como arquivos das nossas vidas. Elas guardam memórias palpáveis da nossa existência.
Mas eu prometo que no ano que vem, vou esvaziar minhas gavetas, e só deixar o que realmente for importante!
Poema do Dia:
Amor Impossível
É noite!
Teus olhos são dois fachos de luz
A me guiar na escuridão.
Não tenho apoio ou quem me dê a mão.
Só te sinto neste olhar que me seduz.
Minha vida tem sido torrentes
Desaguando num poço sem fim.
E anos passei, carregando correntes
Acorrentando demônios guardados em mim.
Já morri tantas vezes sem saber
O valor que se dá a uma existência.
E só renascia nos momentos de prazer
Quando sentia a vida com maior consciência.
Agora eu caminho, aos tropeços, para teus braços
Numa noite escura e vazia.
Mas sinto que a luz me escapa pelos espaços
E foges de mim feito alma vadia.
Vás, siga teu caminho errante.
Não preciso de quem não me tem amor,
Pois trago comigo um sol irradiante
Que me dá energia, vida e cor.
Richard 2010
- Uma máquina fotográfica antiga, com filme de 35mm (acho que nem existe mais recarga para máquinas desse tipo).
- Dois relógios estragados, que já tinham ido três vezes ao conserto.
- Quatro medalhas que eu ganhei em jogos escolares quando frequentava o curso primário. (Obs: nenhuma delas de primeiro lugar)
- Uma revista "Playboy" de mil novecentos e antigamente. (Para eventuais necessidades)
- Várias fotografias que não couberam nos álbuns de fotos.
- Dois radinhos de pilha. Um para ouvir no banheiro, o outro para usar com fones de ouvido.
- Etc...
Fazendo uma análise profunda, achei que metade daquele entulho poderia ir para a lixeira. Mas o fator emocional falou mais alto, e eu não consegui me livrar de nada. Acho que nossas gavetas são como arquivos das nossas vidas. Elas guardam memórias palpáveis da nossa existência.
Mas eu prometo que no ano que vem, vou esvaziar minhas gavetas, e só deixar o que realmente for importante!
Poema do Dia:
Amor Impossível
É noite!
Teus olhos são dois fachos de luz
A me guiar na escuridão.
Não tenho apoio ou quem me dê a mão.
Só te sinto neste olhar que me seduz.
Minha vida tem sido torrentes
Desaguando num poço sem fim.
E anos passei, carregando correntes
Acorrentando demônios guardados em mim.
Já morri tantas vezes sem saber
O valor que se dá a uma existência.
E só renascia nos momentos de prazer
Quando sentia a vida com maior consciência.
Agora eu caminho, aos tropeços, para teus braços
Numa noite escura e vazia.
Mas sinto que a luz me escapa pelos espaços
E foges de mim feito alma vadia.
Vás, siga teu caminho errante.
Não preciso de quem não me tem amor,
Pois trago comigo um sol irradiante
Que me dá energia, vida e cor.
Richard 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
